segunda-feira, 31 de março de 2014

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava.

Vulcão Eldfell vomita lava perto de casas, Heimaey, Islândia, janeiro de 1973

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Erupção do Monte St. Helens em 22 de julho de 1980, enviado cinzas a 18 km para o ar, e era visível em Seattle e Washington, cerca de 160 km ao norte.

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Fluxos de lava nas encostas do Etna, Sicília, 11 de maio de 1983

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Erupção no vulcão Kilauea, na ilha do Havaí, em 24 de julho e 25 julho de 1983

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Erupção do Monte Redoubt no dia 21 de abril de 1990

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Uma pequena erupção do Monte Rinjani, com relâmpagos vulcânicos, em Lombok, Indonésia

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Uma pequena erupção do Monte Rinjani, com relâmpagos vulcânicos, em Lombok, Indonésia

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Monte Merapi expele lava e vapor durante uma erupção

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Monte Merapi expele lava e vapor durante uma erupção

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Uma série de raios pode ser vista ao longo do vulcão Pacaya, o mais ativo na Guatemala, que eclodiu no dia 16 de janeiro de 2000

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Plumas enormes sendo expelidas pelo Monte Merapi, visto de Babadan, Java Central, Indonésia, no dia 10 de fevereiro de 2001.

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Lava incandescente e plumas de fumaça são vomitadas pelo Monte Etna, Sicília, em 19 de julho de 2001.

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Uma casa coberta de lava em Goma, Congo, no dia 18 janeiro de 2002

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Fluxo de lava, Havaí, em setembro de 2002

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Semeru, Java, Indonésia, 2004

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Vulcão Augustine, Cook Inlet, Alaska, EUA, 2006

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Arco de lava em Kilauea, Havaí, setembro de 2007

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Erupção do vulcão Sarychev, nordeste do Japão, em 12 de junho de 2009

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Eyjafjallajökull, Islândia, abril de 2010

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava
A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Etna, 13 de janeiro de 2011

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Lago de lava no monte Nyiragongo, Virunga, na República Democrática do Congo, em maio de 2011

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava

Vista aérea do lago de lava na cratera Pu `u` o `o, Kilauea, Havaí, em 20 de maio de 2011

A terrível beleza de erupções vulcânicas e rios de lava


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sexta-feira, 21 de março de 2014

14 lugares famosos mostrados junto a seu verdadeiro entorno.

Esta coleção fotográfica de monumentos majestosos nos mostra a importância que tem o enquadramento, o ponto de vista e a iluminação em uma grande fotografia. Uma mudança de perspectiva pode mudar muito as coisas, tanto em uma fotografia como em outras coisas na vida.

1. Pirâmides de Giza

Pirâmides de Gizé
Pirâmides de Gizé

2. Stonehenge

Stonehenge
Stonehenge

3. Taj Mahal

Taj Mahal
Taj Mahal

4. Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família
Templo Expiatório da Sagrada Família

5. Portão de Brademburgo

Portão de Brademburgo
Portão de Brademburgo

6. Cataratas do Niágara

Cataratas do Niágara
Cataratas do Niágara

7. Acrópole de Atenas

Acrópole de Atenas
Acrópole de Atenas

8. Monte Rushmore

Monte Rushmore
Monte Rushmore

9. A Cidade Proibida

A Cidade Proibida
A Cidade Proibida

10. Hollywood

Hollywood
Hollywood

11. Santorini

Santorini
Santorini

12. Central Park

Central Park
Central Park

13. O Arco do Triunfo

O Arco do Triunfo
O Arco do Triunfo

14. A Pequena Sereia de Copenhague

A Pequena Sereia de Copenhague
A Pequena Sereia de Copenhague

Cratera de Darvaz, Turcomenistão



Situado no deserto de Karakum, no Turcomenistão, próximo á aldeia de Darvaza, o Poço de Darvaza (ou Cratera de Darvaza) é também conhecido popularmente como "A porta do inferno". Com 60 metros de diâmetro e 20 metros de profundidade, o "buraco em chamas" impressiona visitantes provenientes de todas as partes do mundo. 




Cratera de Darvaz 







O deserto de Karakum ocupa, aproximadamente, 70% do território do Turcomenistão e, no seu centro , localiza-se a Cratera de Darvaza. A cratera recebeu esse nome por estar localizada próximo á uma vila com cerca de 350 habitantes chamada Darvaz ( a 250 Km de Asgabat). 


 


Porta do Inferno, Turcomenistão 



Na região encontram-se grandes reservas de gás natural e, ao se aproximar da cratera sente-se um forte cheiro de enxofre. Além disso, as chamas podem ser vistas durante a noite à quilômetros de distância.O local foi identificado em 1971 por cientistas soviéticos que acreditavam que ali se encontrava um grande campo de petróleo e gás natural.



A origem do fogo na cratera



Assim, na esperança de implantar no meio do deserto um grande poço de petróleo e gás, os soviéticos formaram um acampamento no local com o objetivo de analisar o tamanho da reserva . As escavações caminhavam com resultados satisfatórios, até que, em certo momento, foi descoberta uma caverna subterrânea com grande quantidade de gás tóxico.
Os trabalhos não foram interrompidos mas em certo momento o chão sobre a plataforma de perfuração cedeu, engolindo todos os equipamentos e liberando grande quantidade de gás tóxico para a atmosfera. 
Com receio de que mais danos ambientas fossem causados foi decidiu-se queimar a cratera para que os gases exalados não se espalhassem. Desde então, a aproximadamente 45 anos, a cratera está em combustão.




Já que o estudo para mensurar o tamanho da reserva não foi feito,não há previsão de quando as labaredas podem apagar.Neste contexto, até que todo o gás seja queimado, a Cratera de Darvaz será associada à "Porta do Inferno". 

segunda-feira, 10 de março de 2014

O curioso lago que brilha no escuro


Não é nenhum derramamento de produtos radioativos e este não é o lago de Springfield! Trata-se de um fenômeno totalmente natural, mas que só pode ser visto na completa escuridão. Para fazer estas fotos abaixo, Phil Hart, um fotógrafo de 34 anos deixou sua câmera em modo slow shutter, e registrou as imagens com a ajuda de um tripé.
gitdlake O curioso lago que brilha no escuro   Curiosidades
As fotos foram tiradas no lago Gippsland, em Victória, Austrália. O fenômeno que fez a água brilhar deste jeito é causado pela bioluminescência produzida por uma alga chamada Noctiluca Scintillans que estava se reproduzindo em uma gigantesca concentração.
lagobizarro3 O curioso lago que brilha no escuro   Curiosidades

Phil faz parte de uma organização que controla a canoagem neste lago há 50 anos e nunca ninguém jamais tinha visto uma bioluminescência tão forte.

lagobizarro2 O curioso lago que brilha no escuro   Curiosidades
Embora o resultado visual seja espetacular, a grande concentração dessas algas sugere que o lago está sendo gradualmente poluído com dejetos urbanos, e material orgânico, que serve de alimento e faz aumentar a concentração de algas. Segundo Phil, embora a bioluminescência das algas seja possível de ver a olho nu durante a noite, só é possível notar seu fantasmagórico brilho azulado nas fotografias de longa exposição.


Na natureza existem outros organismos que geram biolumnescência. Os mais famosos são os peixes abissais, que usam suas luzes químicas para atrair alimento em plena escuridão do mar. Mas existem outros.
Curiosamente, os cientistas não sabem explicar o motivo pelo qual algumas formas de vida bioluminescentes brilham. Por exemplo, várias espécies de minhoca criam uma secreção luminescente sem nenhum propósito evidente. Outra coisa curiosa sobre a bioluminescência é que não se sabe ao certo porque algumas espécies de cogumelos brilham. Especula-se que talvez seja para atrair insetos, que acabam espalhando as sementes dos cogumelos. Sabe-se por exemplo, que os vaga-lumes usam seu brilho para encontrar seus pares na escuridão, mas certos animais misteriosamente acendem quando os animais próximos começam a brilhar, e nem sempre existe uma razão clara para esse comportamento.

Um exemplo disso está no oceano. Os dinoflagelados, espécies de plâncton unicelular, são famosos por brilhar com uma aparência mística quando são incomodados. O problema é que qualquer porcaria incomoda esses carinhas. Marés, tempestades, animais de vida marinha e inclusive os navios que passam podem fazer com que grandes quantidades de plâncton produzam luz simultaneamente. Os dinoflagelados são responsáveis pelo fenômeno conhecido como mar luminoso, que faz o oceano brilhar. Em alguns casos, esse brilho é tão intenso que interfere na navegação marítima. 
Certa vez eu li que um piloto de jato teve uma pane elétrica e não conseguia nenhuma informação no painel do avião. Com reduzido combustível, ele não tinha muito tempo para procurar o porta-aviões. Desesperado, ele olhou pela escuridão do mar em busca de algum sinal. Mas tudo que viu foi um rastro luminoso. O cara seguiu o rastro e escapou da morte usando como referência de posição a bioluminescência do plâncton no mar. O porta-aviões atravessava uma área gigantesca desses animais e seu rastro ficou marcado no oceano, para a sorte do piloto.

Mas como este tipo de reação ocorre?
Em geral, a bioluminescência envolve a combinação de dois tipos de substâncias em uma reação que produz luz. Uma é a luciferina, ou a substância que produz a luz. A outra é a luciferase, ou a enzima que cataliza a reação. Em alguns casos, a luciferina é uma proteína conhecida como fotoproteína, e o processo de produção de luz requer um íon carregado para ativar a reação. Ativadores neurológicos, mecânicos, químicos ou os ainda não detectados podem iniciar as reações que criam a luz. Embora o nome possa sugerir, não se trata de uma combinação química dos infernos.

Os termos luciferina e luciferase originam-se do latim lúcifer, que significa “que traz luz”. Eles são termos genéricos, e não nomes de substâncias químicas específicas. Muitas substâncias diferentes podem agir como luciferinas e luciferases, dependendo das espécies da forma de vida bioluminescente.

Vulcão na Indonésia tem três lagos que mudam de cor.

Vizinhos, lagos Kelimutu surpreendem por terem cores contrastantes.
Eles adquirem tons como azul, verde, preto, branco e vermelho.


Imagem de satélite dos lagos Kelimutu  (Foto: Reprodução/Google)
Imagem de satélite dos lagos Kelimutu (Foto: Reprodução/Google)


Três lagos situados no topo do mesmo vulcão, um ao lado do outro, chamam a atenção dos turistas por terem cores diferentes, e que mudam de tempos em tempo.
Eles ficam no Monte Kelimutu, situado na ilha de Flores, na Indonésia. Ganharam fama internacional depois que um alemão que descobriu o lugar em 1915 escreveu sobre o estranho fenômeno.
A mudança de cores é imprevisível. Azul, verde e preto são comuns, mas há épocas em que eles adquirem os tons vermelho ou branco.
Explicação
Lagos vizinhos têm cores diferentes na Indonésia (Foto: Neil/Creative Commons)Lago esverdeado fica ao lado de outro lago escuro na Indonésia
(Foto: Creative Commons/Neal Liddle; nealsrtw.blogspot.com)
Segundo os cientistas, o fenômeno ocorre devido a fumarolas subaquáticas (fumarolas são aberturas na superfície da crosta terrestre que emitem vapor de água e gases).
Os lagos recebem o mesmo nome do vulcão -- Kelimutu significa “o lago fervente”. Mas cada um foi batizado com um nome pela população local, que acredita que eles abrigam espíritos de mortos. O  lago mais ocidental se chama Tiwu Ata Mbupu, que significa “o lago das pessoas velhas”. O do meio se chama Tiwu Nuwa Muri Koo Fai, ou “o lago para os jovens”. O mais a leste se chama Tiwu Ata Polo, ou “o lago para os espíritos ruins”. 
O vulcão fica dentro de um parque nacional e tem 1.690 metros de altura. Para chegar até lá, os viajantes partem de Moni, uma cidadezinha rural.
Lagos Kelimutu, na Insonésia (Foto: Rosino/Creative Commons)Um dos lagos quando adquiriu a cor azul turquesa (Foto: Rosino/Creative Commons)
Lagos Kelimutu, na Insonésia (Foto: Rosino/Creative Commons)Lagos Kelimutu, na Indonésia (Foto: Rosino/Creative Commons)

Geografia e o surto de COVID-19

A geografia está desempenhando um papel importante na luta contra o vírus SARS-CoV-2, o qual causa a enfermidade COVID-19 p...