sábado, 12 de setembro de 2015

EUA planejavam explodir bomba nuclear na Lua durante Guerra Fria

Os Estados Unidos planejavam explodir uma bomba nuclear na Lua como uma demonstração de força diante da União Soviética durante a Guerra Fria, de acordo com relatórios. Assustados pelo sucesso dos soviéticos, em 1957, com o lançamento do primeiro satélite artificial do mundo, o Sputnik, os americanos desenvolveram um projeto secreto chamado "Projeto A119". Segundo o jornal britânico The Telegraph , o dispositivo nuclear seria lançado de um local desconhecido. A detonação da bomba provocaria um enorme flash de luz que poderia ser visto da Terra. Chefes Militares americanos teriam supostamente criado o projeto na esperança de que a União Soviética ficaria intimidada ao ver o flash da Terra. Isso daria aos EUA um impulso moral muito necessário, de acordo com o físico Leonard Reiffel, que estava envolvido no projeto. 
De acordo com reportagem do The Sun , o EUA pretendiam usar uma bomba atômica, porque uma de hidrogênio seria sido muito pesada. O planejamento incluiu cálculos feitos pelo astrônomo Carl Sagan, ligado ao governo americano na época.
Autoridades militares, no entanto abandonaram a ideia, que teria ocorrido em 1959, por causa de temores de que a explosão poderia ter um efeito adverso sobre o planeta.
Os documentos do projeto foram mantidos em segredo durante quase 45 anos, e, apesar dos relatos, o governo dos EUA nunca confirmou formalmente a participação.
Assustados pelo sucesso dos soviéticos, em 1957, com o lançamento do primeiro satélite artificial do mundo, o Sputnik, os americanos desenvolveram um projeto secreto chamado "Projeto A119"

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

NASA faz revelação alarmante sobre o fim da água na Terra




A notícia é bem preocupante mesmo, e veio diretamente do Jet Propulsion Laboratory da Nasa. Segundo o famoso jornal norte-americano 'The Washington Post', a água do nosso planeta deve acabar muito antes do que os cientistas calculavam anteriormente.


Reservatórios mundiais de água
Níveis de stress dos Reservatórios mundiais de água (Clique na imagem para ampliar)

 O estudo foi feto através da análise de fotos de satélite, que revelaram uma situação muito mais grave do que se pensava. Jay Famiglietti, lider da equipe de pesquisadores, afirmou que a situação é crítica, e diz que a água já está desaparecendo em níveis alarmantes. Segundo os estudos, o nível de mais da metade dos maiores aquíferos subterrâneos do planeta está diminuindo exponencialmente.

Os estudos também mostraram que pelo menos 20 dos 37 aquíferos mais importantes do mundo já ultrapassaram o ponto crítico de sustentabilidade, e dentre esses 20, 13 já estão quase desaparecendo por completo, ou seja, estamos consumindo mais água do que a maior parte das reservas são capazes de suprir, e isso significa que esses reservatórios não devem sobreviver muito tempo.


Lençóis subterrâneos
Lençóis subterrâneos (Clique na imagem para ampliar)

Os aquíferos estudados representam cerca de 35% da água usada pelos seres humanos, e essa demanda só está aumentando. No estado norte-americano da Califórnia, por exemplo, 65% dos aquíferos estão sendo utilizados para consumo, já que os rios e reservas na superfície já não dão mais conta da demanda. E devido ao aumento da população mundial, a situação deve piorar: segundo as previsões mais pessimistas, dentro de poucos anos os reservatórios estarão extintos.


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Uma das ilhas mais inacessíveis do planeta



Em um canto remoto do Oceano Índico, se encontram as 115 ilhas que compõem as Seychelles, um lugar que muitos conhecem pelo nome, mas poucos sabem por localização, e ainda menos já visitaram. Por sua grande dificuldade de acesso, as Seychelles se tornaram uma das partes mais remotas e esquecidas do planeta. A natureza agradece.
E o atol Aldabra, o maior atol de corais do mundo, está na periferia das Seychelles. É um dos habitats mais preservados do planeta e um verdadeiro santuário para a vida marinha. O atol é constituído de quatro grandes ilhas feitas de corais que rodeiam uma lagoa rasa. Há um recife de corais que circunda estas quatro ilhas, e o que você pode encontrar lá é absolutamente deslumbrante.
A fim de preservar o local, só é possível acessá-lo através de uma autorização especial do governo de Seychelles.
A principal importância deste ecossistema intocado é o estudo dos processos evolutivos e ecológicos. A beleza extraordinária deste atol é derivada da diversidade do oceano e da terra, que se juntam para fazer uma variedade espetacular de formações e cores.
Veja as fotos incríveis abaixo:


Veja mais aqui: http://misteriosdomundo.org/eis-uma-das-ilhas-mais-inacessiveis-do-planeta/#ixzz3k3GlH6Qz

Astronautas avistam estranho fenômeno a partir da ISS

Trovoadas são fenômenos naturais ferozes. Raios, relâmpagos e trovões sempre mostram sua beleza assustadora sobre a superfície da Terra. No entanto, outra coisa etérea ocasionalmente flutua acima das nuvens de tempestade: sprites de curta duração. Estas explosões curiosas de energia foram vistos não uma, mas duas vezes em uma noite por astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS).
Astronautas avistam estranho fenômeno a partir da ISS
Um sprite é um flash de luz fraca que aparece acima de uma tempestade. Eles são geralmente vermelhos, com mechas vermelhas ou roxas que se estendem para baixo em direção à nuvem de tempestade. Acredita-se que sua cor vermelha seja proveniente de elétrons nas imediações subitamente acelerados pela carga elétrica da tempestade. Conforme os elétrons zunem ao redor, eles colidem com as moléculas de nitrogênio no ar e se ionizam. Este processo produz a luz vermelha.
A cor púrpura, por outro lado, é provavelmente causada pelos raios cósmicos sendo acelerados pelas descargas elétricas produzidas pela trovoada. No entanto, isto é apenas uma hipótese.

Mas o que cria os próprios sprites? Cientistas do Instituto de Tecnologia da Flórida acreditam que ondas gravitacionais criam pequenas perturbações na atmosfera. Estes distúrbios pequenos podem crescer o campo elétrico produzido por um raio, iniciando um sprite.
Encontrar os sprites nas fotografias da ISS pode parecer um pouco difícil. Em ambos, manchas vermelhas fracas irão indicar o que você está procurando. Neste caso, você vai encontrá-los logo acima das brilhantes nuvens de tempestade, como um marcador vermelho flutuante dizendo


Veja mais aqui: http://misteriosdomundo.org/astronautas-avistam-estranho-fenomeno-a-partir-da-iss/#ixzz3k3G1NNmf

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Esse povo mata a qualquer um que se aproxima de sua ilha

A Ilha Sentinela do Norte está entre Andaman e Nicobar, que é um grupo de 572 ilhas no Golfo de Bengala, localizado entre Mianmar e a Indonésia. Estas ilhas são formalmente uma parte da República da Índia, a fim de preservar a cultura distinta dessas terras.
A Ilha Sentinela do Norte é o lar dos Sentinelas, uma pequena tribo que é conhecida por energicamente resistir às tentativas de contato por pessoas de fora e tem habitado a ilha há milhares de anos. A ilha é completamente intocada pela civilização moderna e seus habitantes matam todos os estrangeiros que tentam chegar muito perto de suas terras. Ninguém jamais visitou essa ilha e saiu vivo. Eles atacam pescadores, jornalistas, antropólogos e representantes do governo com suas lanças e flechas.
Esse povo mata a qualquer um que se aproxima de sua ilha
Eles são os descendentes diretos das primeiras populações humanas que surgiram na África, e provavelmente vivem nas Ilhas Andaman há pelo menos 60.000 anos. Possivelmente nenhum outro povo neste planeta é tão isolado como os Sentinelas. Os seus números presentes são estimados entre 50 e 400 indivíduos. A ilha de 72 quilômetros quadrados é aproximadamente do tamanho de Manhattan e é de baixa altitude, muito arborizada e protegida por uma barreira de recifes de coral.
O fato de que sua linguagem é tão diferente até mesmo de outros ilhéus de Andaman sugere que eles tiveram pouco ou nenhum contato com as outras pessoas por milhares de anos. Os Sentinelas mantém uma sociedade essencialmente caçadora-coletora, obtendo a sua subsistência através da caça, pesca e coleta de plantas silvestres; não há nenhuma evidência de quaisquer práticas agrícolas.
Os Sentinelas até mesmo sobreviveram ao tsunami do Oceano Índico de 2004, o mais mortífero registrado na história, com poucas ou nenhumas vítimas. Estimativas sugerem que o tsunami matou mais de 230.000 pessoas nos países vizinhos, mas parece que os Sentinelas foram capazes de sentir a vinda do tsunami e fugir para áreas mais altas antes que a onde chegasse. Quando um helicóptero da Marinha indiana chegou três dias depois do evento para verificar a situação da ilha e soltar pacotes de comida na praia, um guerreiro Sentinela saiu da selva e avisou com um arco e flecha para o helicóptero sair, um sinal claro de que a tribo não queria a ajuda de pessoas de fora.
Esse povo mata a qualquer um que se aproxima de sua ilha
Hoje qualquer pessoa com um computador e acesso à Internet pode usar o Google Earth para espionar lugares que não são destinados a serem vistos por pessoas de fora. Mas quando você olha para a Ilha Sentinela do Norte na Baía de Bengala, tudo o que você pode ver é o naufrágio do Primrose, que ainda está preso no recife. Você não pode ver a tribo, suas habitações, ou qualquer outra coisa que possa lançar luz sobre quantas pessoas há na ilha, ou como elas vivem lá. A densa floresta que cobre cada metro quadrado da ilha, exceto as praias, esconde tudo.


sexta-feira, 17 de julho de 2015

Não existe só uma Terra no Universo

Não existe só uma Terra no Universo

A Universidade de Hull apresentou no encontro Nacional de Astronomia, realizado no País de Gales, uma teoria um tanto quanto inesperada – de que podem existir vários planetas Terras ao longo do imenso universo.
Calma, não estamos querendo afirmar que existe vida em outros lugares ou que essas novas “Terras” sejam cópias perfeitas, mas a teoria apresentada pelo professor Brad Gibson, que liderou as pesquisas, é que existem três vezes mais planetas com a mesma composição química do que se imaginava. Até antes dessa apresentação, o imaginado era que existia uma “Terra” em cada três sistemas planetários, mas a nova pesquisa prova que não, que cada sistema pode ter uma Terra.

Mas afinal, o que seriam essas cópias do nosso planeta? O professor Gibson explica que a Terra é composta de um pouco de silício, carbono, magnésio e oxigênio, isso permite que tenhamos a condição estrutural para convivência. Essas cópias também possuem os mesmos “ingredientes”, mas podendo ter um ou outro a mais, mas mantendo a mesma essência.
O que antes se achava que era um terço de “Terras” , na verdade era a proporção correta entre os minerais que compõe o nosso planeta. Afinal, um pouco mais de carbono faz com o planeta vire grafite, como explica o professor Gibs.
O simples fato de haver mais planetas com os componentes que constituem a Terra já é um dos três necessários para que haja a vida em outros lugares. O outro seria a perfeita harmonia entre os mesmo e o último, que é o mais complicado, é a distancia que torne a zona habitável, não muito quente, também não muito frio, para que tenha agua líquida, condição primordial para a existência da vida.



Geografia e o surto de COVID-19

A geografia está desempenhando um papel importante na luta contra o vírus SARS-CoV-2, o qual causa a enfermidade COVID-19 p...