segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Reunião de Pais e Mestres. Família e escola, união perfeita.




A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.
Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor.
O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade.
Existem diversas contribuições que tanto a família quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento pleno respectivamente dos seus filhos e dos seus alunos. Alguns critérios devem ser considerados como prioridade para ambas as partes. Como sugestões seguem abaixo alguns deles:

Família

• Selecionar a escola baseado em critérios que lhe garanta a confiança da forma como a escola procede diante de situações importantes;
• Dialogar com o filho o conteúdo que está vivenciando na escola;
• Cumprir as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e espontânea;
• Deixar o filho a resolver por si só determinados problemas que venham a surgir no ambiente escolar, em especial na questão de socialização;

• Valorizar o contato com a escola, principalmente nas reuniões e entrega de resultados, podendo se informar das dificuldades apresentadas pelo seu filho, bem como seu desempenho.

Escola


• Cumprir a proposta pedagógica apresentada para os pais, sendo coerente nos procedimentos e atitudes do dia-a-dia;
• Propiciar ao aluno liberdade para manifestar-se na comunidade escolar, de forma que seja considerado como elemento principal do processo educativo;
• Receber os pais com prazer, marcando reuniões periódicas, esclarecendo o desempenho do aluno e principalmente exercendo o papel de orientadora mediante as possíveis situações que possam vir a necessitar de ajuda;
• Abrir as portas da escola para os pais, fazendo com que eles se sintam à vontade para participar de atividades culturais, esportivas, entre outras que a escola oferecer, aproximando o contato entre família-escola;

• É de extrema importância que a escola mantenha professores e recursos atualizados, propiciando uma boa administração de forma que ofereça um ensino de qualidade para seus alunos.



A parceria da família com a escola sempre será fundamental para o sucesso da educação de todo indivíduo. Portanto, pais e educadores necessitam ser grandes e fiéis companheiros nessa nobre caminhada da formação educacional do ser humano.
Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia

Projeto Saúde Mental do Professor - Colégio Estadual Dona Guiomar Barreto Meira

66% dos professores já precisaram se afastar por problemas de saúde

Ansiedade, estresse, dores de cabeça e insônia estão entre os principais problemas que afetam educadores, segundo estudo realizado pela NOVA ESCOLA














Experimente perguntar a um professor como anda a sua saúde – você provavelmente ouvirá queixas a respeito do esgotamento físico e mental causado por uma rotina cada vez mais desgastante.


LEIA MAIS Por que o cérebro precisa de descanso


Uma pesquisa online realizada pela Associação Nova Escola com mais de cinco mil educadores, entre os meses de junho e julho de 2018, reuniu mais informações sobre o problema e identificou que 66% das professoras e professores já precisaram se afastar do trabalho por questões de saúde. O levantamento também mostrou que 87% dos participantes acreditam que o seu problema é ocasionado ou intensificado pelo trabalho.


LEIA MAIS Aprenda a cuidar bem da sua voz




Entre os problemas que aparecem com maior frequência então a ansiedade, que afeta 68% dos educadores; estresse e dores de cabeça (63%); insônia (39%); dores nos membros (38%) e alergias (38%). Além disso, 28% deles afirmaram que sofrem ou já sofreram de depressão.


LEIA MAIS: Somente 23% dos professores recomendariam a profissão aos jovens


Os dados revelam uma realidade alarmante para os professores do país. Segundo Heleno Araújo Filho, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a não aplicação das políticas educacionais previstas na legislação impede que sejam oferecidas condições adequadas de trabalho para o desempenho da profissão.


“A falta de infraestrutura, o excesso de alunos por sala de aula, a dupla jornada, a falta de segurança nas escolas e a má remuneração contribuem para desvalorizar a carreira e desestimular os profissionais, causando uma série de doenças”, aponta.


A professora Iêda Soares Pinto, que leciona no Ensino Fundamental II, Ensino Médio e EJA no Distrito Federal, conta que começou a tomar remédios para controlar a ansiedade. “Trabalho em três escolas e raramente consigo fazer todas as refeições ou praticar atividades físicas. Além disso, levo muito trabalho para casa e fico sem tempo para nada”, relata.


Para a professora Angela Calenzani, que trabalha na rede estadual do Espírito Santo, a falta de um plano de saúde e de apoio psicológico para os docentes compromete o trabalho. “Neste ano tive problemas com pressão alta e estresse, ocasionados por uma rotina de 10 horas diárias. O professor precisa de condições e recursos para trabalhar; sozinhos não conseguimos atender às reais necessidades dos alunos”, opina.


LEIA MAIS: O que é um professor de qualidade?


Problemas vocais


Outra questão recorrente no dia a dia dos professores são os problemas de voz. Uma pesquisa que está sendo realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com o Ministério da Educação, com 6.510 professores de todo o Brasil, identificou em seus resultados preliminares que 17,7% deles sofrem com problemas vocais, seguidos por problemas respiratórios (14,6%) e emocionais (14,5%).


O estudo também mostrou que 69,1% dos professores faltaram ao menos um dia no último ano, na maioria dos casos por questões de saúde. “São múltiplos fatores que estão relacionados com esse adoecimento. Entre eles, um ambiente de trabalho com condições precárias, a violência verbal praticada pelos alunos, falta de apoio dentro da escola e dificuldade de relacionamento com os colegas”, afirma Adriane Mesquita de Medeiros, professora e pesquisadora do Núcleo de Estudos em Saúde e Trabalho da UFMG.


Em alguns casos, a ansiedade é ampliada por fatores locais, como clima escolar e excesso de trabalho. A professora Eliane*, que leciona no Ensino Fundamental II e Médio no Recife, conta que a pressão e as cobranças que ela considera exageradas são alguns dos principais fatores que afetam a sua saúde. “O clima com os superiores é de desconfiança e há muitas exigências com relação a atividades burocráticas. Além disso, os docentes não têm liberdade na sala de aula e muitos são perseguidos quando tocam em temas considerados polêmicos”, relata.


Para Araújo Filho, da CNTE, é preciso que haja uma gestão democrática dentro das escolas, que permita que o educador tenha voz ativa na construção do projeto político-pedagógico e se sinta confortável no ambiente escolar.


LEIA MAIS: Como inspirar seus alunos a se tornarem professores


Repercussão na sala de aula


A desvalorização da carreira e o acúmulo de problemas de saúde também trazem efeitos de longo prazo e prejudicam o processo de ensino e aprendizagem. De acordo com o relatório Políticas Eficientes para Professores, divulgado em junho deste ano pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), apenas 2,4% dos jovens brasileiros de 15 anos querem ser professores.












“O adoecimento do professor repercute na sala de aula, na dinâmica escolar, nas políticas públicas e na carreira docente, fazendo com que o aluno perca na figura do professor a sua referência como profissional fundamental na mediação do conhecimento. O absenteísmo prejudica a formação dos nossos jovens e resulta em uma educação aquém do que se espera em termos de qualidade”, destaca Cristina Miyuki Hashizume, doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pelo Instituto de Psicologia da USP e professora da Universidade Metodista de São Paulo e da Faculdade Messiânica.


Segundo ela, as políticas públicas educacionais devem ser formuladas a partir do mapeamento real dos dados sobre o adoecimento docente, para que sejam elaboradas estratégias para melhorar a qualidade de vida dos professores. “Plano de carreira, aumento de salário, diminuição do número de horas trabalhadas e políticas de valorização docente são fatores que podem amenizar esse adoecimento”, aponta.




quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Lua de Sangue - Entenda o fenômeno!


O fenômeno da Lua de Sangue ocorre no eclipse total da Superlua.




O nome pode parecer assustador, mas a Lua de Sangue, ou Lua Sangrenta, é um dos fenômenos astronômicos mais belos que podemos observar a olho nu. Como a lua sangrando pode ser algo belo? Na verdade, Lua de Sangue é só um nome impactante que deram para o fenômeno em que a lua fica avermelhada. Portanto, fiquem tranquilos, a lua não sangra.




O fenômeno é raro e acontece em eclipses da Superlua. O eclipse lunar ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua estão em perfeito alinhamento, e o planeta fica no centro. Em relação ao Sol, a Lua é ocultada pela Terra, ou seja, os raios solares não chegam até o satélite, e a sombra do planeta é projetada na Lua, que “escurece”. Já a superlua ocorre quando o satélite está na sua fase cheia e no ponto mais próximo da Terra, conhecido como perigeu. 


A junção dos dois fenômenos, eclipse lunar e superlua, causa a Lua de Sangue. A cor avermelhada  deve-se a uma relação entre a proximidade da Lua com a atmosfera terrestre e os raios solares. O sol emite luzes de todas as cores, mas quando a Lua está próxima da Terra, apenas as cores de baixa frequência, como o vermelho, são refletidas da atmosfera terrestre para o nosso satélite natural, o que torna a Lua vermelha.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

PROJETO ALUNO NOTA 10 - COLÉGIO ESTADUAL DONA GUIOMAR BARRETO MEIRA

Como Ser um Aluno Nota 10








O ensino fundamental não tem esse nome à toa. A partir de agora, você passará o dia inteiro fora de casa para aprender uma porção de novidades e esse é só o começo de sua vida acadêmica. Para se dar bem e tirar boas notas, você terá que aprender a estudar tanto na escola quanto em casa e a cuidar de si mesmo. Seja um aluno nota 10 e você terá um futuro promissor.

























Vá às aulas. Não ir à escola significa perder o conteúdo, deixar de entregar a lição de casa e atrasar a matéria. Reverter essa situação é difícil, pois você ficará estressado tentando absorver tudo de uma vez, o que só ajudará a acumular mais trabalho. Esse não é um bom começo, portanto esforce-se todos os dias.





  • Isso quer dizer se empenhar em ir à escola. Quando perder o ônibus, pegar trânsito ou qualquer coisa desse gênero, faça o possível para chegar; se atrasar é melhor do que faltar.

  • No entanto, quando estiver doente é melhor ficar em casa. É difícil se concentrar e aprender se o corpo está indisposto e, além disso, é melhor evitar contagiar os colegas e professores. Não use essa desculpa para fazer corpo mole; se não conseguir levantar da cama, tiver febre, diarreia, passar o dia vomitando, contrair uma conjuntivite, etc. seus pais certamente o deixarão ficar em casa, mas não falte por causa de um simples mal estar
Sente-se na frente. Prefira sentar na parte da frente da sala de aula. Assim, você ficará mais perto do professor, prestará mais atenção e guardará melhor a matéria.
  • Quando a classe estiver fazendo uma atividade fora da configuração original.










  • Faça anotações. Registrar o que o é ensinado o ajudará a memorizar o conteúdo quando estiver em casa e a estudar para as provas.

  • Não é necessário anotar absolutamente tudo que ele falar: ninguém escreve tão rápido. Prefira prestar atenção e escrever o que ele disser que é importante e copiar o que estiver na lousa. Essas são as informações que você deverá lembrar para fazer trabalhos e provas.

  • Participe da aula. Quando o professor fizer uma pergunta, tente responder. Não tem problema se você der uma resposta errada, contanto que esteja levando a aula a sério. Se estiver errado, o professor terá a oportunidade de dar a resposta correta e, se essa pergunta cair em uma prova, você lembrarámomento para ficar mais perto do professor.




ALÍRIO RIBEIRO SOARES

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Projeto Transformae Colégio Estadual Dona Guiomar Barreto Meira 2018








Durante as ultimas décadas vem se discutindo a incorporação da cultura no processo de ensino-aprendizagem, alguns educadores e movimentos sociais, lutam para que suas culturas sejam legitimadas como essências e co-participante no processo de ensino, com relação à temática BOURDIEU afirma que "a cultura é o conteúdo substancial da educação, sua fonte e sua justificação última [...] uma não pode ser pensada sem a outra", embasados na idéia de que a cultura é um elemento que nutre todo o processo educacional e que tem um papel de suma importância na formação de um individuo critico e socializado esses movimento reivindicam a inclusão da cultura no currículo escolar. 

O reconhecimento da multiculturalidade da sociedade leva a constatação da diversidade de raízes culturais que fazem parte de um contexto educativo como uma sala de aula. Nesse sentido, autores como Candau (2000; 2002), Forquin (1993), entre outros autores, que enfatizam a relação existente entre escola e cultura, nos instiga a buscar uma melhor compreensão acerca da importância da cultura no processo de aprendizagem e nas práticas pedagógicas. 

Deste modo uma educação multicultural tem despertado uma série de discussões entre os mais conceituados autores e pesquisadores. Que buscam questionar a incorporação de pressupostos curriculares cooperativos para que assim o ambiente escolar se torne favorável aos alunos de todos os grupos sociais, étnicos e culturais. 

A escola é defendida como uma entidade socializadora que deve incorporar as diversas culturas, afim de que haja um ambiente sociável onde todos possam manifestar seus ideais sem medo de serem tachados como antiéticos e serem discriminados pela cultura que estes manifestam ou pertencem. 

Neste contexto, após uma análise da discussão, pôde-se constatar que existem opiniões diversas a respeito da incorporação da cultura no processo de aprendizagem, alguns educadores relutam em usar a cultura como conteúdos em suas aulas, surgem então alguns questionamentos a serem respondidos entre os quais: a cultura é mesmo importante no processo de aprendizagem? O que ela tem a oferecer neste processo de conhecimento? 







Os educadores consideram a cultura como aliada no processo de aprendizagem? Este artigo tem como objetivo, verificar a importância que a cultura tem no processo de ensino aprendizagem, averiguar os pontos positivos que a cultura tem a oferecer a ao processo educacional, e conscientizar educadores e educandos da importância da cultura no processo de 
aprendizagem. 






quinta-feira, 26 de julho de 2018

Trabalho com Colagem nos 6 anos - Colégio Estadual Dona Guiomar Barreto Meira

colagem é um procedimento técnico artístico de utilizar várias matérias que podem, ou não, variar a textura, umas sobre as outras ou lado a lado, formando um motivo ou uma nova imagem.
A colagem como técnica tem surgimento datado da história antiga, entretanto teve seu valor artístico reconhecido a partir do século XX, com sua utilização no Cubismo, antes disso, era considerada ou brincadeira de criança, ou manifestação artística popular e desprovida de fundamentação crítica. A utilização de diversos materiais sobre um suporte, como madeira, pedaços de jornal e objetos, faz da colagem uma técnica que põe em questão os limites entre pintura e escultura.
A partir da Arte Moderna, a técnica passa a ser empregada em diversos movimentos artísticos e escolas artísticas, promovendo sentidos muito variados. A utilização de materiais muito diferentes de papéis cria uma nova gama de possibilidades de produtos artísticos em três dimensões, como se fossem esculturas em quadros.
As novas possibilidades de criação artísticas proporcionadas pela colagem geram adeptos em todo o mundo, mas com objetivos bastante distintos entre si. Na Europa, principalmente na França e na Itália, as idéias nascidas da colagem provocam a produção de obras de sentido cubista por artistas futuristas. Uma releitura da técnica, e uma nova aplicação da mesma.
Temas frequentes nas colagens são violência, tecnologia e velocidade, por conta do contexto histórico em que se encontravam os artistas do início do século XX, com guerras e a produção tecnológica, a todo vapor, sendo testada nelas. A reflexão artística sempre monta à época contemporânea ao movimento, não foi diferente com a colagem.
Entretanto, não apenas as críticas ao momento vivido foram temas utilizados na colagem, mas também faces e imagens abstratas figuraram muitas obras. A expressividade conseguida com a colagem é única e distante de todas as outras texturas. Isso levou os artistas a produzirem uma grande quantidade de produtos muito diferentes entra si, garantindo uma pluralidade artística muito rica e profunda.
Há muitos nomes importantes para a colagem em todo o mundo, principalmente artistas cubistas: Georges Braque, Pablo Picasso, Juan Gris, Albert Gleizes, Louis Marcoussis, André Derain, Robert Delaunay, Sonia Delaunay-Terk, Umberto Boccioni, Gino Severini, Giacomo Balla, Luigi Russolo, Kazimir Malevich, Marcel Duchamp, Francis Picabia, Kurt Schwitters, Max Ernst, Joán Miró, Yves Tanguy, René Magritte, André Masson, Salvador Dalí e Henri Matisse. No cenário artístico brasileiro, os nomes de destaque são: Carlos Scliar, Piza, Guignard, Jorge de Lima, Athos Bulcão, Hélio Oiticica e Lygia Clark.
A colagem, apesar de simples, é uma técnica artística difundida em todo o mundo e com relevante papel em diversas escolas e movimentos artísticos da cultura ocidental.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Neve no Deserto do Saara





As douradas dunas que cercam a cidade de Aïn Séfra(província de Naama, norte da Argélia) se tingiram de branco no domingo após uma atípica tempestade de neve cair na região, de acordo com matéria do jornal Express na segunda-feira. A nevasca produziu uma capa de 40 centímetros de espessura. É o terceiro ano consecutivo que os 35.000 moradores da localidade veem cair flocos de neve sobre o deserto do Saara (dezembro de 2016, janeiro de 2017 e 2018), um fenômeno que não ocorria há 37 anos, quando o povoado vivenciou uma nevasca de meia hora em 18 de fevereiro de 1979.


“Ficamos realmente surpresos quando acordamos e vimos a neve novamente. Ficou o dia todo e começou a derreter por volta das cinco da tarde”, disse ao Express Karim Bouchetata, o fotógrafo que tirou as fotos que agora circulam pelas redes sociais. Aïn Séfra está localizada a aproximadamente 1.000 metros acima do nível do mar e é cercada pela cordilheira do Atlas.
A tempestade ocorreu pela onda de frio que assolou os EUA e a Europa nesse fim de semana. A alta pressão fez com que a tempestade se dirigisse ao norte da África, segundo informações de um porta-voz do Met Office na segunda-feira. 

“Com as pressões altas o clima frio se estende em direção ao sul além do normal”, explicou o especialista. Por sua vez, a massa quente do ar do norte da África está se dirigindo ao norte pelos fortes ventos do siroco. De modo que a poeira passará através do Mediterrâneo e Europa Central até o norte da Escandinávia, de acordo com o site da agência.

As nevascas do ano passado provocaram retenções nas estradas, com passageiros presos em ônibus pelo gelo e neve nas calçadas, em algumas regiões com até um metro de espessura, como informou o jornal Daily Mail à época. Apesar disso, as crianças saíram às ruas para fazer bonecos de neve e corridas de trenó sobre as dunas de neve às portas do deserto.




Geografia e o surto de COVID-19

A geografia está desempenhando um papel importante na luta contra o vírus SARS-CoV-2, o qual causa a enfermidade COVID-19 p...