sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Projeto Aguas do Velho Chico - Escola Municipal Luiz Rodrigues de Araújo



Localização e informações geográficas 


O rio São Francisco, popularmente conhecido por “Velho Chico”, nasce na Serra da Canastra (Minas Gerais). Possui uma extensão de 2800 quilômetros e atravessa os estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas


O rio São Francisco desemboca no Oceano Atlântico e possui vários rios afluentes em sua bacia hidrográfica: Abaeté, das Velhas, Paraopeba, Jequitaí, Paracatu, Verde Grande, Urucuia, Carinhanha, Corrente e Grande.


O São Francisco possui uma grande importância econômica na região por onde passa, pois, é usado para navegação (em alguns trechos), irrigação de plantações e pesca. Em função desta importância, existe um projeto do governo federal que pretende fazer a transposição do rio para que as águas possam atingir regiões que sofrem com a seca nordestina.


 


O rio São Francisco também é uma importante via de transporte de mercadorias na região. Os principais produtos transportados, em embarcações especiais, são: sal, arroz, soja, açúcar, cimento, areia, manufaturados, madeira e alguns minérios. Há também o transporte de turistas, pois o passeio pelo rio é muito procurado.


Curiosidade
 
O rio São Francisco também é conhecido como rio da integração nacional.

domingo, 13 de novembro de 2011

PROJETO UMA VIAJEM PELO MUNDO - COLEGIO ANA NERY

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  • Diâmetro equatorial: 12.756,28 km.  Valor adotado em 1976 pela União Astronômica Internacional (UAI) e pela União de Geodésia e Geofísica Internacional (UGGI) após medições com equipamentos modernos.  
  • Diâmetro polar: 12.713,5 km  
  • Densidade: 5,52  
  • Satélites: 1 (Lua)  

  • Distância ao Sol:  1 Unidade Astronômica (Em torno de 150 milhões de quilômetros)  
  • Área total do planeta: 510,3 milhões km2  
  • Área das terras emersas: 149,67 milhões km2  ( 29,31% )  
 Área dos mares e oceanos: 360,63 milhões km2 ( 70,69% ) 
  • Área do Oceano Pacífico: 179,25 milhões km2, incluindo Mar da China Meridional, Mar de Ojtsk, Mar de Bering, Mar do Japão, Mar da China Oriental e Mar Amarelo   ( 49,7% das águas )  

  • Área do Oceano Atlântico: 106,46 milhões km2, incluindo Oceano Ártico, Mar do Caribe, Mar do Norte,  Mar  Mediterrâneo, Mar da Noruega, Golfo do México, Baia de Hudson, Mar da Groenlândia, Mar Negro e Mar Báltico     (29,5% das águas)  
  • Área do Oceano Índico:  74,92 milhões km2, incluindo Mar da Arábia, Golfo de Bengala e Mar Vermelho (20,8% das águas)  
  • Profundidade média dos oceanos: 3.795 metros  

  • Volume total das águas do planeta: 1,59 bilhões km3  
  • Circunferência da Terra no equador: 40.075 km  
  • Circunferência da Terra nos trópicos: 36.784 km  


  • Circunferência da Terra nos círculos polares: 15.992 km  
  • Circunferência da Terra nos meridianos: 40.003 km  
  • Diferença entre as circunferências equatorial e meridional: 72 km  
  • Velocidade orbital média: 29,79 km/segundo  

  • Idade da Terra: Em 1654, um arcebispo irlandês calculou, com base em textos bíblicos, que a Terra teria se formado às 9 horas do dia 26 de outubro de 4.004 a.C.  Hoje, sabemos que a Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos.  O Big bang teria ocorrido há 15 bilhões de anos atrás; as Galáxias teriam se formado há 13 bilhões de anos; as Primeiras estrelas teriam surgido há 10 bilhões de anos; o Sol teria se formado há 5 bilhões de anos; e a Terra há 4,5 bilhões de anos. 
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  • Estrutura da Terra 
    • Atmosfera: camada gasosa que vai até cerca de 1.000 km de altura  
    • Hidrosfera: conjunto das massas d'água, ocupando em torno de 70% da superfície  
    • Litosfera: camada superificial sólida, cuja espessura varia de 5 a 10 km sob os oceanos e de 25 a 90km nos continentes  
    • Manto: camada pastosa abaixo da litosfera ou crosta. Tem 2.900 km de espessura. Os elementos          predominantes são: silício, alumínio, ferro, magnésio. A temperatura varia de 870°C junto à crosta até 2.200°C junto ao núcleo  
    • Núcleo: região interior da Terra, composta de ferro e níquel derretidos. A temperatura varia de 2.200°C a  5.000°C no interior. A parte central é formada de níquel e ferro em estado sólido devido às grandes pressões  
  • Atmosfera: Formada basicamente de Nitrogênio 78,084%, Oxigênio 20,946%, Argônio 0,934%, Outros gases  0,036%  

    • Divisão pelo critério térmico:  
      • Troposfera: vai até 12km de altura. Temperatura de 20°C a -60°C. Gradiente térmico negativo. Aviões a jato e balões andam por esta região  
      • Estratosfera: vai de 12 a 50 km de altura. Temperatura de -60°C a -5°C. Gradiente térmico positivo. É onde fica a Camada de Ozônio. Nela também chegam os Balões Meteorológicos, Aviões Supersônicos, Nuvens geradas por explosões atômicas e Matéria de erupções de vulcões  
      • Mesosfera: vai de 50 a 80 km. Temperatura de -5°C a -95°C. Gradiente térmico negativo. Nela ocorrem as reflexões das ondas de rádio  
      • Termosfera: vai de 80 a 500 km. Temperaturas de -95°C a 1000°C. Gradiente térmico positivo. Auroras polares, Nuvens noctilucentes. Reflexão das ondas de rádio  
      • Exosfera: vai de 500 a 800 km. É a região que antecede o espaço sideral e onde ficam muitos dos satélites artificiais. As moléculas gasosas começam a libertar-se da gravidade terrestre.  
    • Divisão pelo critério das condições químicas:  
      • Homosfera: até 100 km. Composição constante e regular. Predominam nitrogênio e oxigênio  
      • Heterosfera: de 100 a 500 km. Distribuição irregular dos gases. Predominam hélio e hidrogênio  
      • Exosfera: Acima de 500 km. Os gases começam a escapar da atração terrestre  

    • Deriva dos continentes 
      • Há 400 milhões de anos havia o Pangea, que reunia todas as terras num único continente   
      •   Há 225 milhões de anos o Pangea se parte no sentido leste-oeste, formando a Laurasia ao norte e Gondwana ao sul.  

      • Há 60 milhões de anos a Terra assume a atual conformação e posição dos continentes.  

      • Atualmente, a África e a América do Sul se afastam 7 cm por ano, ampliando a área ocupada pelo oceano Atlântico.  O mar Vermelho está se alargando. A África migra na direção da Europa. A região nordeste da África está se partindo.  

      • Placas tectônicas: são os vários blocos em que a crosta está dividida. São separadas por grandes fendas vulcânicas em permanente atividade no fundo do mar, por onde o magma sobe para a superfície adicionando novos materiais à crosta, o que expande o fundo do mar e movimenta os blocos que formam a superfície em diferentes direções.   Ao se movimentar, as placas se chocam entre si e provocam alterações no relevo. Em cada choque, a placa que apresenta menor viscosidade (mais aquecida) afunda sob a mais viscosa (menos aquecida). A parte que penetra tem o nome de Zona de Subducção.  

      • Formação do relevo: o relevo da Terra é influenciado pela ação de vários agentes que são responsáveis pela sua formação, desgaste e modelagem. Alguns agentes são internos e outros externos. Os principais são:  
        • Agentes internos:  vulcanismo, tectonismo, abalos sísmicos.  
        • Agentes externos: ventos, chuvas, insolação, marés, animais, vegetação, ação do homem.  

        • Pontos mais altos do planeta 
          • Na Ásia: Everest, no Nepal/China (8848 m );  K2,  no Paquistão/China (8611 m );  Kanchenjunga, no Nepal/India (8597 m)  

          • Na América do Sul: Aconcágua (6959 m Argentina/Chile), Ojos del Salado (6880 m Argentina/Chile)  

          • Na América do Norte: McKinley (6194 m Alasca), Logan (5959 m Canadá)  
          • Na África: Kilimanjaro (5895 m  Tanzânia)  
          • Na Europa: Monte Elbrus (5642 m   Rússia),    Mont Blanc  (4807 m    França/Itália)  

          • Extremos geográficos 
            • Local mais chuvoso: monte Waialeale (Hawai, EUA) 11.680 mm anuais (Média de 974mm por mês). Chega a chover 350 dias por ano.  
            • Local mais seco: Deserto de Atacama, no Chile. Sem chuva durante 1571 anos (de 400 a 1971)  

            • Local mais quente: El Azizia, na Libia, com 58°C em 13/set/1922  
            • Local mais frio: Estação Vostok, na Antártica, com -89,2°C em 21/jul/1983  

            • Principais movimentos da Terra 
              • Rotação: em torno do próprio eixo em 23h 56min 4s. De Oeste para Leste. Velocidade de 1670 km/h no equador ou 0,47 km/s  
              • Revolução: em torno do Sol em 365d 5h 48min 45,97s  (365d 6h).  Velocidade  de 107.000 km/h ou  29,79 km/s. Com o eixo de rotação inclinado 23°27’ em relação ao eixo da eclíptica  
              • Precessão: O eixo da Terra faz um círculo em torno do eixo da eclíptica no período aproximado de 26 mil anos, fazendo com que mude a posição dos polos celestes. Há 4 mil anos, o polo norte estava próximo da estrela alfa Draconis. Hoje está a 1 grau da Estrela Polar ou alfa da Ursa Maior. Dentro de 12 mil anos estará próximo à estrela Vega ou alfa de Lira. Este movimento faz mudar também a posição do Ponto Gama por entre as constelações zodiacais. Hoje, o Ponto Gama está na constelação de Peixes (Era de Peixes), entrando em Aquário mais ou menos no ano 2.600  

              • Excentricidade da órbita: o movimento de revolução da Terra às vezes é mais achatado e outras vezes mais circular. Há 108 mil anos, era 3 vezes mais achatado do que hoje. Dentro de 24 mil anos, a excentricidade atingirá o seu mínimo, quando a órbita da Terra será quase um círculo.  

              • Deslocamento do Periélio: faz-se em 21 mil anos. Motivo: influências gerais dos planetas. O eixo maior da órbita da Terra (linha dos apsides) se desloca, fazendo com que o periélio e o afélio se mova também. A passagem de um periélio retornará à mesma data a cada 21 mil anos. Atualmente ocorre a 2 de janeiro. Daqui a 6.400 anos ocorrerá no equinócio de outono; daqui a 11.500 anos, no solstício de inverno; e dentro de 21 mil anos, novamente a 2 de janeiro, no solstício de verão.  
             
              • Variação da Obliqüidade: movimento de balanço que o eixo da Terra faz, chegando a um máximo de 24°30' e mínimo de 22° . Hoje, o eixo da Terra está inclinado 23° 27’ em relação ao Eixo da Eclíptica, decrescendo 47" por século. É um movimento que ocorre por causa de perturbações provenientes da ação conjunta dos planetas e do Sol ao longo da órbita anual de nosso planeta. 

            terça-feira, 8 de novembro de 2011

            Asteroide de 400 metros passa junto da Terra hoje!! Mas há qualquer perigo??


            Corpo celeste passará a cerca de 325 mil quilómetros da Terra, a distância mais próxima desde há 200 anos, e apenas pode ser visto a partir de telescópios. O 2005 YU55 foi descoberto há seis anos.


            Do tamanho do Pão de Açúcar e mais preto que carvão, um grande asteroide passará nesta terça-feira bem perto da Terra, a uma distância inferior à da Lua. A passagem é incomum, já que, a maioria dos asteroides deste tamanho não passa próximo ao nosso planeta. O YU 55 tem cerca de 400m de diâmetro e é possivelmente composto de materiais à base de carbono e algumas rochas de silicato. Segundo cientistas da Nasa, agência espacial americana, a pedra chegará às 21h28 (horário de Brasília) a meros 323,5 mil km do nosso planeta.
            A passagem tão próxima do nosso planeta não é tão rara. Segundo o astrônomo Alexandre Cherman, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, asteroides dos mais variados tipos e tamanhos se aproximam com frequência da Terra. "Passar a uma distância menor do que a distância Terra-Lua é realmente mais incomum por simples razões estatísticas: quanto mais você limitar o seu espaço de observação, mais difícil vai ser observar alguma coisa ali. Para este asteroide em particular, esta é a maior aproximação dos últimos 200 anos."
            Mas, para o tempo que vivemos na Terra, presenciar esta passagem pode ser algo raro. O astrônomo Scott Fisher, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA aponta que esta é a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. Para ele, o fato oportuniza uma grande e rara chance de estudar um objeto próximo da Terra.


            A passagem do YU 55 será visível apenas no Hemisfério Norte e, ainda sim, com a ajuda de telescópios. Ele é escuro demais para ser visto a olho nu. O professor Enos Picazzio, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) alerta que "mesmo com telescópio não é simples ver o asteroide porque o objeto é pequeno e muito escuro, além de ser preciso saber com exatidão sua localização".


            Perto, muito perto: mas não há risco?
            A Nasa monitora a órbita do asteroide, mas garante que ele não colidirá com a Terra. Astrônomos garantem que a previsão é segura. "Há a Escala de Turim, que calcula o risco de uma colisão devastadora. Esse risco é calculado a partir dos dados orbitais do objeto (e os da Terra também), bem como o seu tamanho e sua velocidade. Até fevereiro de 2010, este objeto era grau 1 na escala de Turim (o que significa 'chances de colisão altamente improváveis'), mas foi rebaixado para grau 0 ('sem risco de colisão') após cálculos mais precisos", esclarece Cherman.


            A Nasa trabalha em cima de modelos computacionais e com instrumentos de precisão que mostram que não há risco de colisão, pelo menos, para os próximos 100 anos. Contudo, se ele realmente colidisse com a Terra, "a depender do local, seria uma catástrofe de proporções imprevisíveis", assinala Picazzio.
            Alexandre Cherman aponta que haveria um enorme tsunami, que varreria o planeta. "A maior probabilidade é que um objeto desses caia no mar, pois a Terra tem 75% da sua superfície coberta por água", diz. E o impacto de um objeto deste tamanho seria maior que o do objeto que caiu na Sibéria, em 1908. "Aquele objeto tinha algumas dezenas de metros de diâmetro, ou seja, era um décimo do asteroide 2005 YU 55", explica.
            O astrônomo refere-se ao Evento Tunguska, que no dia 30 de junho de 1908 destruiu 80 milhões de árvores em uma área de 2.150 km² na região de Tunguska, na Rússia. Calcula-se que a explosão foi equivalente a mil bombas atômicas iguais à de Hiroshima. Apesar de não existir uma explicação oficial, a tese mais amplamente aceita pelos cientistas avalia que a devastação do Evento Tunguska foi feita pelo deslocamento de ar causado pela explosão de um cometa ou um meteorito a uma altitude entre 5 e 10 km.
            YU 55

            O asteroide YU 55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o Sistema Solar perto de Tucson, no Arizona. Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso. Esta é a primeira vez que os astrônomos poderão ver sua passagem perto da Terra. "Se isso aconteceu antes, nem ficamos sabendo", declara Cherman.
            O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do Sol e têm mais de 150 m de largura, que a Nasa qualifica como "potencialmente perigosos".
            A previsão, segundo o astrônomo da Fundação Planetário, é que ele volte a repetir o fato apenas em 2041. Cientistas suspeitam que há milênios o YU 55 esteja visitando a Terra, mas, devido à atração gravitacional dos planetas, que ocasionalmente altera sua rota, é impossível dizer com certeza há quanto tempo o asteroide percorre a sua órbita atual. 

            quinta-feira, 3 de novembro de 2011

            Nasa fotografa rachadura quilométrica em geleira na Antártida

            Cientistas preveem que o fenômeno formará um iceberg de 880 km².
            Agência espacial tem projeto para monitorar camadas de gelo.

               Operação da Nasa na região antártida flagrou uma grande rachadura no glaciar da Ilha Pine. Os cientistas estimam que a ruptura vai aumentar, fazendo com que um iceberg de cerca 880 km² se separe. A observação do fenômeno foi feita em vôos realizados em outubro pela equipe IceBridge, um conjunto de cientistas e técnicos da Nasa que analisam as mudanças nas camadas de gelo que cobrem a Antártida e a Groenlândia desde 2009.

             

            “Nos voos observamos uma grande fissura que indica que um grande pedaço de gelo está prestes a partir. Trata-se de uma rachadura de 280 metros de largura e de 60 metros de profundidade, mais alta que a Estátua da Liberdade”, disse à imprensa o chefe do projeto IceBridge, Michael Studinger.
            O cientista ressaltou que a fissura sobre a geleira da Ilha Pine "faz parte do ciclo natural" de formação dos icebergs na área ocidental da Antártida - uma região "sensível", disse -, motivo pelo qual não acarreta risco ambiental.


            “A rachadura não nos preocupa, faz parte do ciclo natural. Se ocorresse de forma mais frequente poderia causar problemas ambientais', explicou Studinger. “Sabemos pouco da formação destes icebergs porque não observamos com frequência estes fenômenos. É primeira vez que sobrevoamos uma fissura tão grande. Esperamos que isto ajude a explicar como se formam para poder predizê-las”, apontou Studinger, cujas pesquisas se prolongarão até 2015.

            O projeto IceBridge, a maior pesquisa aérea das camadas de gelo do mundo, realiza medições anuais da elevação das geleiras na Antártica e na Groenlândia. Com até seis aviões equipados com uma grande variedade de instrumentos de observação e medição, os cientistas da Nasa registram dados na estrutura das geleiras com o objetivo de determinar o impacto da mudança climática no derretimento destas extensas massas de gelo.


            Geografia e o surto de COVID-19

            A geografia está desempenhando um papel importante na luta contra o vírus SARS-CoV-2, o qual causa a enfermidade COVID-19 p...